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Internacionalizando Exposições Interativas
Adriana Amaral*

Palestrantes:
Robert "Mac" West - Informal Learning Experiences, EUA.
Brenton Honeyman - Questacon, Australia.
Lizzy Cox - The Natural History Museum, United Kingdom.
Cynthia Yao - Independent Consultant, EUA.
Alan Nursall - Science North, Canada.
Jennifer Martin - Ontario Science Center, Canada.

A indústria de museus sofre um processo de globalização, através das exposições itinerantes. Contudo, que aspectos devem ser considerados relevantes quando uma exposição sai de sua região de origem para outros espaços?

Problemas como transporte, segurança, custos e pessoas treinadas para manusear as peças são questões básicas para Lizzy Cox; "quanto mais valiosa é a peça, mais dispendiosa e difícil é realizar a exposição".

Brenton Honeyman respondeu que trabalhar com réplicas é válido no sentido de diminuir custos, mas alertou para se levar em consideração o conhecimento prévio dos visitantes e suas expectativas.
A questão das mudanças monetárias e de valor também dificulta as exposições itinerantes, de acordo com Alan Nursall; "lidar com contratos e câmbio pode ser feito através de negociações".

Quanto ao espaço físico, Jennifer Martin alertou que, na Europa, os espaços para exposição são bem menores do que na Ásia ou EUA, devendo ser revistos e adaptados para cada local.

Robert "Mac" West lembrou ainda as diferenças lingüísticas, e a necessidade de tradução para que os visitantes identifiquem o conteúdo. Alan Nursall, informou que no Canadá há uma divulgação bilíngüe (inglês/francês), devido a utilização dos idiomas falados no país. Ou seja, como nossas exposições itinerantes vão para os EUA "utilizamos somente o inglês". Cynthia Yao, lembrou que quando a exposição "Heureka" foi ao México, os professores do museu fizeram a tradução. Jennifer Martin, destacou que a palavra tradução significa "transmitir a idéia da exposição e a essência do texto, fazendo com que as pessoas se sentim traduzidas".

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* Adriana Amaral - Professora, Aluna de pós-graduação em Lato sensu em Educação em Biociências, Instituto de Bioquímica Médica - UFRJ, especialmente para o Espaço Ciência Viva.

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